O guarda-chuva
Naquele dia caia um toró daqueles. O guarda-chuva se contorcia ao vento, a chuva encharcava a roupa. Procurei abrigo. Repentinamente o guarda-chuva foi arrastado pelo vendaval. Desesperei-me ao ver meu fiel companheiro perdido. Perplexa comecei a perceber com que satisfação ele voava livre, rodopiava, seguia alucinadamente sua rota incerta pela tempestade. Era um pássaro liberto. Nov/2005


3 Comments:
"passaro liberto"...talvés nas asas uma melodia de "chuva" e de "fel"...um Vôo a rasar o céu...
Entretanto, a chuva....escorria pela vidraça da janela, onde os dias vão e vêm...
Paulo
Lindas asas de liberdade que se abrem ao olhar... Vivenciei os momentos! LINDO!
beijos poéticos
Parabéns de novo pela canção de liberdade que criou!
Beijos
Post a Comment
<< Home